Inicia-se hoje o Ciclo de Palestras organizado para o Pre-Vestibular.
Com o objetivo de ampliar o arsenal de informações dos alunos, as palestras também contribuem para o aperfeiçoamento da capacidade argumentativa, ao mesmo tempo em que oferecem um aprofundamento aos tópicos do conteúdo estudado durante o curso regular.
Os eventos serão mensais e sempre as 18:00 horas.
Para a abertura , apreciaremos uma palestra da Prof. Michella, e a exibição do filme:1984.
Assistam e comentem. Façam suas críticas e/ou elogios.
O cursinho que é a sua cara!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Universidades divulgam calendário do vestibular 2012
As principais Universidades do Estado de São Paulo divulgam um calendário unificado para suas provas de vestibular para evitar sobreposição de datas .Veja abaixo as principais datas.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Questões Dissertativas
Questões discursivas
Cinco cuidados para uma boa resposta
O que significa escrever bem? Seria essa habilidade avaliada apenas na prova de redação? A grande preocupação de alunos e professores com as provas de redação em concursos e vestibulares faz com que, muitas vezes, crie-se um véu de esquecimento sobre a importância da boa escrita nas questões discursivas. Essa é uma falha grave e precisa ser corrigida.
Assim como nas provas de redação, todos os tipos de questões que precisam de respostas escritas (ou seja, as que não são objetivas, como os testes) avaliam o candidato em suas habilidades de leitura, interpretação e produção de texto. Isso acontece porque não basta que o candidato tenha conhecimento do assunto questionado: a pergunta precisa ser bem compreendida para que a produção da resposta esteja adequada ao que foi solicitado.
A dificuldade na elaboração de respostas discursivas é um problema que acompanha a maioria dos estudantes em todo o período escolar. Para lidar com este problema, observemos algumas de suas possíveis causas.
Resposta excessivamente objetiva: Perguntas orais, normalmente, recebem respostas curtas, diretas. Assim, diante da pergunta: "Qual a capital da Argentina?", comumente se responde apenas: "Buenos Aires". Entretanto, esse excesso de objetividade não é adequado para provas escritas, pois nesse caso a resposta não passará de palavras soltas que, isoladamente, não possuem sentido. A primeira dica importante para responder às questões discursivas de qualquer disciplina, é a visão da resposta como um pequeno texto, que deve possuir sentido completo.
Solução: Elabore a resposta como um pequeno texto autônomo, ou seja , aquele que qualquer leitor entende sem precisar ler a pergunta.Por exemplo, para a pergunta acima, a resposta seria: “A capital da Argentina é Buenos Aires”
Tema certo, resposta errada: No nervosismo decorrente da prova, o candidato lê a pergunta e, feliz por conhecer o assunto e ansioso por responder logo, passando para a próxima questão, registra seu pensamento de qualquer jeito, sem reler o que escreveu. Resultado: muitas vezes expõe muitos dados ligados ao tema, mas não responde ao que foi perguntado.
Solução: Após redigir a resposta, releia a questão, verifique o que foi solicitado , especificamente, e se o seu texto responde a isso com precisão.
Pergunta objetiva, resposta prolixa: Na insegurança de dar uma resposta curta e errar, o candidato opta por escrever tudo que sabe sobre o assunto, inclusive a resposta esperada, mas sem destacá-la. O problema, porém, é que o avaliador não saberá se o candidato realmente sabe a resposta ou está arriscando colocar vários dados para ver se algum preenche o solicitado. Resultado: prejuízo na nota.
Solução: Comece o seu texto dando a resposta específiva e, só depois, acrescente as informações complementares para fundamentar seu ponto de vista.
Resposta incompleta: Algumas perguntas são divididas em tópicos. Em alguns casos, isso vem marcado claramente (item a, b, c...), mas em outros não, ou seja, durante a redação da pergunta encontram-se várias solicitações. Em ambos os casos, o candidato deve ficar atento para responder a todas essas solicitações, criando um texto com todas as informações necessárias.
Solução: Releia a pergunta e anote em tópicos separados todas as solicitações feitas, respondendo-as uma a uma primeiro, para só depois juntá-las em uma resposta de redação única, se for o caso. Ao final, confirme se a resposta ficou clara e se tudo que foi pedido, foi cumprido.
Excesso de abstrações em questão dissertativa: As questões dissertativas, normalmente, trazem um tema polêmico, que deve ser analisado de modo crítico, num espaço relativamente longo (cerca de quinze linhas). O problema é que, por ter mais espaço que o normal para responder uma pergunta, o candidato pode cair em divagações abstratas, ou perder-se na hora de organizar o conjunto de informações de que dispõe sobre o tema.
Solução: Elabore um texto com as mesmas etapas da dissertação (introdução, desenvolvimento e conclusão) só que em tamanho reduzido. Organize os dados em períodos objetivos, valorizando a relação entre crítica e fundamentação por meio de provas concretas. Verifique se as etapas de ponta (introdução e conclusão) estão suficientemente claras para apresentar o assunto ao leitor e deixar evidente o ponto de vista defendido na resposta.
E não se esqueça de revisar os aspectos gramaticais, como ortografia, acentuação, regência, concordâncias e sintaxe, garantindo que todas as frases estejam corretas e bem construídas. Vale a pena gastar um pouco mais de tempo com a elaboração das respostas para garantir o máximo de pontuação em cada uma delas.
Uma resposta bem elaborada pode valer muito mais do que duas com notas parciais.
(Sueli de Britto Salles :Mestra em língua portuguesa,
professora universitária e corretora de redações em vestibulares.)
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domingo, 10 de abril de 2011
Conselhos de alimentação.
Para você que estuda o dia todo e opta por uma refeição rápida, cuidado com os fast foods.
A dobradinha hambúrguer e batata frita são os ícones da chamada comida trash, por serem muito gordurosas e pobres em fibras, vitaminas e minerais. O ideal é que essas comidas sejam consumidas uma ou duas vezes por mês.
A nutricionista Bianca Chimenti, da Nutrociência, em São Paulo sugere:
1. Lanchonete todos os dias, só em sonhos.
2. Quando for inevitável prefira lanches sem muito recheio, como o cheeseburguer ou o cheese-salada. Se puder, suma com a maionese, muito rica em gordura. O cachorro-quente é uma boa pedida, desde que venha com pouco acompanhamento.
3. Uma generosa porção de fritas pode perfeitamente ser compartilhada por duas ou três pessoas. Não precisa mais do que isso para matar a vontade.
4.Substitua o refrigerante por suco de frutas ou água.
5. Outra troca justa: a maionese pelo trio ketchup, mostarda e picles para incrementar o sanduíche.
6. É milk-shake ou batata frita. Ambos é overdose de calorias.
Bons estudos e cuide de sua alimentação. BJ.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
As Mudanças na Usp- Opinião
A USP REAGE
Após forte repercussão negativa da notícia de que parcela crescente de alunos aprovados no vestibular estava abrindo mão de vagas conquistadas na Universidade de São Paulo (USP), a instituição começa a sair da letargia. Seu Conselho de Graduação aprovou ontem uma nova norma sobre os chamados "treineiros", alunos de ensino médio que fazem o vestibular só para testar seu desempenho na prova.
Com as brechas deixadas pelo sistema anterior, treineiros ditos "piratas", alunos de ensino médio sem os requisitos para matricular-se na USP, inscreviam-se no vestibular como se já os possuíssem. Assim agiam, supõe-se, para avaliar o próprio desempenho contra os de candidatos reais, e não contra os de outros treineiros.
Convocados, não compareciam. Isso inflava as estatísticas sobre desistências, em prejuízo dos candidatos de fato interessados em vagas na universidade responsável por mais de um quinto da produção científica nacional.
Uma versão preliminar dos dados sobre as desistências indicava que quase um quarto dos convocados na primeira chamada do vestibular deixava de efetuar matrícula. Um número alarmante, como se anotou neste espaço.
Em seguida a cifra foi corrigida, com expurgo dos treineiros piratas. A proporção de desistências caiu de modo considerável, para 16,4% -ainda assim, um número digno de nota. Mais importante: ele confirma uma tendência de alta desde o ano de 2005, quando 10% deixavam de matricular-se.
A mudança aprovada ontem tenta corrigir as distorções. Persiste, porém, o fato incômodo de que um sexto dos aprovados na USP desdenha a vaga obtida.
Podem-se aventar razões benignas para o fenômeno, como a preferência por cursos mais próximos do local de moradia ou trabalho dos estudantes, agora que o acesso a faculdades privadas foi facilitado por bolsas do ProUni. Mas também é possível que a USP esteja enfrentando concorrência de outras universidades, particulares ou federais, no terreno da própria qualidade acadêmica.
A USP precisa agir com flexibilidade e inventividade para adaptar-se à nova situação. Tapar a brecha para a distorção dos treineiros piratas é só o começo.
Com as brechas deixadas pelo sistema anterior, treineiros ditos "piratas", alunos de ensino médio sem os requisitos para matricular-se na USP, inscreviam-se no vestibular como se já os possuíssem. Assim agiam, supõe-se, para avaliar o próprio desempenho contra os de candidatos reais, e não contra os de outros treineiros.
Convocados, não compareciam. Isso inflava as estatísticas sobre desistências, em prejuízo dos candidatos de fato interessados em vagas na universidade responsável por mais de um quinto da produção científica nacional.
Uma versão preliminar dos dados sobre as desistências indicava que quase um quarto dos convocados na primeira chamada do vestibular deixava de efetuar matrícula. Um número alarmante, como se anotou neste espaço.
Em seguida a cifra foi corrigida, com expurgo dos treineiros piratas. A proporção de desistências caiu de modo considerável, para 16,4% -ainda assim, um número digno de nota. Mais importante: ele confirma uma tendência de alta desde o ano de 2005, quando 10% deixavam de matricular-se.
A mudança aprovada ontem tenta corrigir as distorções. Persiste, porém, o fato incômodo de que um sexto dos aprovados na USP desdenha a vaga obtida.
Podem-se aventar razões benignas para o fenômeno, como a preferência por cursos mais próximos do local de moradia ou trabalho dos estudantes, agora que o acesso a faculdades privadas foi facilitado por bolsas do ProUni. Mas também é possível que a USP esteja enfrentando concorrência de outras universidades, particulares ou federais, no terreno da própria qualidade acadêmica.
A USP precisa agir com flexibilidade e inventividade para adaptar-se à nova situação. Tapar a brecha para a distorção dos treineiros piratas é só o começo.
Folha de São Paulo, sexta-feira, 01 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
A USP REAGE
Reunião para decidir novas regras da Fuvest deve acontecer no final de abril
As mudanças no vestibular da USP (Universidade de São Paulo), devem ser votadas até o final de abril. Entre elas, estão a reversão da medida que zera as notas do candidato da primeira para a segunda fase, o aumento na nota mínima na primeira fase de 22 para 27 pontos e a alteração nos critérios de convocação para a segunda etapa -chamando entre dois e três alunos por vaga e não mais três, como ocorre hoje.
Outras alterações cogitadas são a abertura da possibilidade da escolha de outra carreira após a terceira chamada e a redução do número de questões do segundo dia da segunda fase.
Essas mudanças,que podem dificultar(ou não), o ingresso na instituição, começaram a ser cogitadas, provavelmente em função do alto indice de desistencia nas matriculas observado neste começo de ano e largamente comentado na imprensa.
FIQUEM DE OLHO!!!!
Essas mudanças,que podem dificultar(ou não), o ingresso na instituição, começaram a ser cogitadas, provavelmente em função do alto indice de desistencia nas matriculas observado neste começo de ano e largamente comentado na imprensa.
FIQUEM DE OLHO!!!!
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